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VOCÊ SABE LIDAR COM SUAS EMOÇÕES?

VOCÊ SABE LIDAR COM SUA EMOÇÕES?
-Vou formular melhor a pergunta e você ai , seja sincero consigo mesmo:
Você consegue controlar suas emoções? ( responda para si)

Se diz que consegue o tempo todo, então preciso lhe dizer que deve estar muito estressado e de alguma forma sofre muito com isto.
Desde que nascemos nossos pais nos incentivam a buscar o controle das emoções: choro , desejos , dor, recebemos um impacto do poder da palavra NÃO.
Descobrimos que não podemos tudo , para a criança é como uma linha invisível onde, ela têm que entender seus limites dentro destes aspectos, as vezes isto vêm com palmadas ou pior com violência física e para mim a mais traumática a violência verbal
Ficam as marcas e traumas infelizmente como Psicanalista afirmar que isto é acontece não só aqui mas todo o mundo, sim estou afirmando que isto aconteceu de alguma forma e intensidade com todos nós.
Não existe uma escola que forma pais e mães , que lhes educa a ser educadores de indivíduos livres, por sua vez estes, são frutos de sua experiência e cultura e não me engano ao afirmar que são fruto do momento mundial que vivem.
Talvez neste momento você veja seus sentimentos e emoções como um rio, ou melhor como um mar revolto , e você se frustre ou se culpe por não conseguir ter controle e paz.
E Paz é uma coisa boa a ser buscada, concorda?
Então preciso lhe dizer com muito carinho ,por pior que pareça o maior problema é exatamente a barreira que você quer colocar em suas emoções é quase como uma alta sabotagem , você não se permite chorar pois acha que isto vai lhe enfraquecer, não se permite sorrir pois acha que não merece ser feliz, não se permite amar pois acha que talvez isto não mereça, e a minha pergunta como psicanalista é:
-Por que não?
Faz como uma criança que enche a mão de areia de praia e leva correndo para a mamãe e quando chega lá a areia escorreu por entre os dedos, sobraram apenas alguns grãos e você volta e enche novamente e volta novamente…
É tempo de amadurecer, sim você pode ser maduro em muitos aspectos em sua vida , não sei sua profissão talvez seja muito bem realizada(o) em vários aspectos em sua vida mas não sabe lidar com as suas emoções, talvez esconda as lágrimas e dores de todos, mas sofre só, enfim possui uma vida dupla ,e isto é muito duro!
No aspecto da maturidade emocional , ainda não conseguiu sair de casa, volta e meia é o mesmo filho ou filha , que tropeça machuca o joelho e os pais dizem:
-Não chore, levante!
É bom ser durão? Temos que ser em muitos momentos, não se engane, mas temos limites, somos apenas e maravilhosamente humanos.
Na Psicanálise sabemos que temos um repositório das emoções e sensações, fica tudo armazenado em nosso INCONSCIENTE: Emoções, lembranças, sentimentos, dores, angustias, mesmo talvez aquilo que você faz questão de esquecer, inclusive Lembranças, desde a fase mais remota de sua infância.
Este “material” fica armazenado , reprimido e recalcado, mas volta e meia aflora e nós e então nos surpreendemos com o aspecto que elas têm quando são verbalizadas, ficamos surpresos com nós mesmos, ele influencia no que somos e naquilo em que nos tornamos.
Para você entender melhor, este material pode acabar por ser tornar algum tipo de Neurose , se mostrando em diversos tipos de transtornos , ou quando o vidro quebra de nosso mundo de ilusão e conhecemos a depressão, quando chega aqui neste ponto, não existe mais como você fugir.
A boa notícia é que na vida não existe controle, quando você entende isto começa a lidar melhor com a ansiedade, outra boa notícia é que não existe lei contra chorar, sorrir, amar, sofrer.
Freud foi perguntado se atendia crianças, respondeu que sim ele atendia ” crianças o tempo todo” , ele queria dizer que seus pacientes na totalidade adulta , traziam suas crianças mal resolvidas.
Que tal?

 

Texto de:

André Belotti – Psicanalista Clínico O.N.P 1234816

Professor convidado do Curso de Pós-Graduação em Psicologia Clínica – voltado para a Psicanálise.

Segundo Professor

Lei aprovada para a contratação de segundo professor.

Ótima notícia sobre a contratação de Segundo Professor para Educação Especial nas Escolas Estaduais. Lei aprovada dia 15/05 que define que todas as escolas com alunos especiais devem ter um segundo Professor em sala de aula.
Uma das regras para o segundo professor é que ele tenha Pós-Graduação em Educação Especial.

Assim, estamos iniciando as matrículas para mais uma turma de Educação Especial e Inclusão Escolar em Florianópolis.

Previsão de início em Junho, com duração de 6 meses.

Você que é ACT faça essa Pós e aumente a sua chance de garantir a sua vaga no próximo CONCURSO.

Garanta já a sua vaga pelo site e receba mais informações http://www.facvestpos.com.br/…/educacao-especial-e-inclusa…/

07.21.19

Ciências Contábeis Unifacvest é Conceito Máximo

Apenas dois cursos superiores oferecidos por instituições públicas e privadas catarinenses obtiveram nota máxima (5) no Conceito Preliminar de Cursos (CPG) – avaliação mais criteriosa e mais importante realizada pelo Ministério da Educação (MEC) para definir a qualidade dos cursos.

Um deles é o curso de Ciências Contábeis do Centro Universitário Unifacvest. A nota máxima é consequência dos investimentos realizados na infraestrutura e na didática do curso, e na contratação de doutores e mestres para o corpo docente.

CPC – O Conceito Preliminar de Curso é um indicador de qualidade que engloba o desempenho dos estudantes, o Conceito Enade; a titulação e o regime de trabalho do corpo docente; e as percepções dos acadêmicos sobre organização didático-pedagógica, infraestrutura e oportunidades de formação.

Primeira do estado e segunda do país

A ótima avaliação do curso de Ciências Contábeis soma-se ao excelente resultado obtido pela instituição na avaliação geral do Ministério da Educação (MEC). A Unifacvest foi considerada o melhor Centro Universitário do estado de Santa Catarina, e o segundo melhor do Brasil (http://www.unifacvest.net/noticias_detalhes/6/unifacvest-e-o-melhor-centro-universitario-do-estado-e-o-segundo-melhor-do-pais).

 

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Estratégias Escolares para ensinar crianças com AUTISMO.

Introdução

Os alunos autistas respondem bem aos sistemas organizados.

O professor deve organizar a sala de aula para efetivamente conseguir ensinar os alunos.

Tais informações, assim como outras, são geralmente feitas por “treinadores” de professores e outros profissionais conhecidos dos com autismo. Mas muitas vezes há um mínimo de compreensão de como planejar e utilizar o conceito de “estrutura”.

Uma definição obtida através de dicionário é: como a ação de criar ou construir – colocando as coisas em um padrão definido de organização. Por exemplo: um jardineiro com vontade de ter um bonito jardim deve utilizar a organização no planejamento e cultivo de um jardim; sementes e plantas devem ser dispostas dentro de um padrão pré-determinado, prevendo assim as necessidades de cada planta no que se refere a sombra, sol, água e proximidade de outras plantas. Utilizando-se de tal organização consegue-se ampliar a força das plantas e compensar/evitar suas fraquezas, propiciando seu crescimento de forma mais rápida e com maior produção de frutos. Os professores também devem organizar o cotidiano da sala de aula para que os alunos possam otimizar suas habilidades assim como desenvolver aquelas que estão mais comprometidas.

Antes de explorar um pouco mais o uso da organização na sala de aula, será útil rever rapidamente algumas das dificuldades da criança autista e como elas apontam para a necessidade de uma organização, quando se busca sucesso no ensino.

Dificuldades de linguagem receptiva (compreensão das mensagens ouvidas) é característica do autismo. Muitas vezes o aluno pode não entender a mensagem quando o professor está acreditando que ele esteja entendendo, causando assim uma reação de agressividade ou de falta de iniciativa. Pode também acontecer que o aluno não possua linguagem suficiente para comunicar verbalmente ao professor que está cansado, com calor, com fome, entediado ou com vontade de ir embora, exceto através de birras e pirraças.

Ele pode ter uma memória sequencial pobre (memória das sequências dos fatos, sons, etc) e não conseguir manter a sequência dos eventos, mesmo que os cotidianos, ou não ter certeza quando algo diferente irá acontecer. Geralmente ele se sente mais confortável permanecendo em atividades que “já tem costume” resistindo assim a aprender as novas. Muitas vezes ele é incapaz de se organizar ou impor limites a seu próprio comportamento e não tem noção das regras sociais. Isto pode resultar na tentativa de “chamar a atenção” dos outros de forma inapropriada ou de preferir ficar isolado. Devido a sua dificuldade de relacionamento social ele pode não ter motivação para agradar os outros ou não ser sensível a elogios podendo assim parecer que há resistência ao aprendizado.

Hipersensibilidade sensorial pode levar, com frequência, a distúrbios de comportamentos. A distraibilidade e falta de noção e organização da temporalidade podem também causar comportamentos que interferem na aprendizagem.

Organizar a sala-de-aula ou qualquer outro ambiente de ensino ao nível de compreensão do aluno pode diminuir suas dificuldades, resultando assim numa otimização do aprendizado. Este capítulo debate os aspectos de uma estratégia, através da organização, que tem-se mostrado útil em salas de aula para alunos portadores de autismo, independente da idade. Tais aspectos são: * a organização física, * a programação das atividades, * os métodos de ensino.

A chave para se usar cada um desses itens é a individuação. Só a sala de aula fisicamente organizada e programada não beneficiará os alunos, a menos que as habilidades e necessidades de cada aluno estejam sendo consideradas na fase de planejamento. Um professor que use métodos de ensino tais como dicas ou reforço pode não estar sendo eficaz se não avaliar as necessidades individuais e a forma de aprendizado de cada um. Uma discussão mais ampla do uso de cada um destes aspectos será visto a seguir.

Organização da Área física

A disposição física da sala-de-aula deve ser considerado quando se planeja o ensino para alunos autistas. Até a disposição dos móveis da sala pode ajudar ou atrapalhar o funcionamento independente do aluno, o reconhecimento e respeito pelas regras e limites. Não se esqueça das dificuldades do portador de autismo ao planejar a organização física da sala-de-aula. Muitos alunos possuem dificuldades de organização pessoal não sabendo onde ir e como chegar pelo caminho mais fácil. Devido as dificuldades de recepção da linguagem êles geralmente não entendem direções ou regras. A organização do meio ambiente lhes dá pistas visuais, que os ajuda a entender. Algumas pessoas com autismo não altamente distraíveis por qualquer “coisa” do ambiente. Os professores precisarão organizar o ambiente para que não haja tanta distração. Antes de planejar a organização física da sala-de-aula, o professor pode querer avaliar o meio ambiente de modo geral. Uma boa organização não será tão eficaz se existirem outros problemas.

Muitas vezes o professor não tem escolha sobre qual sala lhe será destinada. Mas se houver, há alguns aspectos a serem considerados, como: * o tamanho da sala, * quais as outras salas que estão próximas, * número e acesso a pontos de luz, * localização do banheiro mais próximo, * iluminação, * espaço na parede que possa distrair, * outros aspectos imóveis.

Alguns aspectos indesejáveis podem ser desprezados ou mesmo serem modificados, mas existem algumas situações que podem necessitar uma mudança na sala. Exemplificando:

Uma sala com muitas saídas não é indicada quando se tem alunos que tem hábito de correr. Uma sala para alunos de nível intermediário não pode estar localizada no “hall” do Jardim de Infância, pois isto não proporciona oportunidade para socialização e pode colocar um estigma nos alunos obviamente mais velhos.

Uma sala muito pequena ou sem espaço adequado para a guarda de objetos cria uma atmosfera desconfortável de se ter sempre alguma coisa na frente ou de se trabalhar “um em cima do outro”. Isto não proporciona uma atmosfera relaxante de aprendizado.

Um aspecto de alta prioridade é a localização do banheiro. os professores que estão treinando os alunos a usar o banheiro não querem ter que andar grandes distâncias cada vez que o aluno tenha que ir lá. Mesmo com alunos independentes no uso de banheiros, o precioso tempo de aula não deve ser desperdiçado com longas viagens ao banheiro.

Uma vez definido a sala-de-aula, o professor está pronto a começar a estruturar as áreas de aprendizado e treinamento no que concerne ao conteúdo da temática de aprendizado. Definir áreas específicas para tarefas de aprendizado específicas, identificar com clareza os limites e fazer materiais facilmente acessíveis ajudam os alunos a saber de forma independente onde devem estar e onde obter seus próprios materiais. Desta forma os professores não tem de estar constantemente repetindo instruções ou lembrando algo aos alunos, causando menos confusão de informações (quantidade de verbalizações) na sala. Salas e alunos diferentes exigirão estruturas diferentes.

Alunos mais comprometidos e os com autocontrole menos desenvolvido precisarão de uma estrutura mais organizada, como limites mais definidos e firmes e mais dicas que os menos comprometidos.

Um professor de alunos mais jovens poderia organizar as áreas de aprendizado para jogos, trabalho individual e independente, lanches e desenvolvimento de auto-ajuda. Pode também haver um grupo e uma área específica para tarefas pré-vocacionais. Uma sala para alunos mais velhos teria áreas de lazer, oficina, aptidões domésticas, auto-ajuda, cuidados pessoais e locais para ensino individualizado. Muitas salas precisam utilizar a área externa como local para que alguns alunos se distanciem de distrações e excesso de estímulos em determinado momento e assim recuperem o autocontrole. Todas as salas devem ter um espaço definido para que os alunos coloquem seus objetos pessoais. Podem ser escaninhos, armários ou caixas especiais. A mesa do professor, ou seu espaço, deve estar separada na sala.

A organização das áreas na sala-de-aula pode começar a disposição natural. Por exemplo: proximidade de janelas e espelhos prejudicam as áreas de trabalho pela distração que causam.

Caso isto não possa ser evitado deve-se usar persianas ou papelão pregado na janela. É benéfico utilizar áreas de trabalho próximas a prateleiras ou armários de forma que os materiais possam ser facilmente acessados. Os armários embutidos são ótimos para esta finalidade pois pode-se criar áreas de trabalho em sua volta. Paredes nuas também, pois as mesas devem ficar de frente para elas e se eliminam algumas distrações. É importante que a mobília seja apropriada para a idade e tamanho dos alunos. As áreas onde os alunos passam algum tempo em atividades independentes, como jogos e lazer ficarão melhores se estiverem localizadas longe das saídas – elimina-se a preocupação com a fuga de algum aluno. Tapetes, estantes, divisórias, a disposição das mesas – tudo pode ser utilizado para marcar melhor os limites. Por exemplo: a área carpetada pode ser a área de lazer, ou seja os alunos não devem estar em nenhum outro local durante os intervalos. A área da oficina pode ser delimitada por estantes cheias de materiais e 2 ou 3 mesas mais compridas, de trabalho. Quando um aluno recebe os materiais de oficina deve se sentar naquela área para trabalhar. Outro exemplo: o professor pode colocar um pequeno tapete em frente ao lavatório/pia para mostrar aos alunos onde ficar quando estão lavando as mãos ou pratos.

Os materiais deverão ser claramente marcados ou organizados dentro do nível de compreensão do aluno. Alguns materiais são apenas para o professor, alguns não podem ser usados durante o tempo de jogos ou lazer. A utilização de figuras, códigos de cores, símbolos numéricos, retratos, podem ajudar os alunos a marcar, buscar ou guardar os materiais de forma independente.

Quando o professor planeja a organização física da sala é imprescindível levar em consideração as necessidades individuais de cada um. A individualização pode ser ilustrada como exemplo de três áreas de trabalho estruturadas diferentemente dentro do espaço da oficina numa sala.: 1. nos dois lados da oficina estão estantes cheias de material de trabalho – isto define a área de trabalho;

2. no meio da oficina estão uma mesa e cadeiras para os que não se importam com as atividades dos outros ou estão aprendendo a lidar com distrações. Outra mesa de trabalho está de frente para uma parede nua e há fitas crepe marcando no chão onde as cadeiras devem ficar durante o trabalho – esta é para alunos mais facilmente distraidos e que divagam quando não estão ocupados;

3. uma terceira área de trabalho é separada em dois lados com divisórias e ficam de frente a uma parede nua. O aluno que aqui deve trabalhar é aquele que é facilmente distraído pelo que os outros estão fazendo e tem comportamento que pode perturbar os que trabalham.

As necessidades dos alunos deve ser avaliada em separado. A medida que o aluno trabalha de forma mais independente este tipo de estruturação pode ser reduzida gradativamente. Algumas perguntas que devem ser consideradas quando os professores organizam suas salas:

1. Há espaço para o trabalho individual e em grupo? 2. As áreas de trabalho estão localizadas em ponto de menor distração? 3. As áreas de trabalho estão identificadas para que o aluno encontre seu próprio caminho? 4. Existem áreas de trabalho consistentes para aqueles que precisam? 5. O professor tem fácil acesso visual a todas as áreas de trabalho? 6. Há lugares para os alunos colocarem os trabalhos concluídos? 7. Os materiais de trabalho estão em área central e próximos as áreas de trabalho? 8. Os materiais para os alunos são de fácil acesso e claramente marcados para êles? 9. As áreas de lazer ou jogos são amplas? 10. Estão distantes das saídas? 11. Estão distantes de áreas de materiais, a que os alunos não devam ter acesso durante o tempo livre? 12. Os limites das áreas estão claros? As prateleiras da área de jogos ou de lazer estão cheias de brinquedos ou jogos quebrados que ninguém usa?

Programação

O professor deve usar um esquema para conseguir ensinar os alunos. Dois alunos estão distraídos na cozinha com uma atividade culinária em companhia do professor assistente. Há um aduno tecendo um tapete na área de lazer. Outro está na oficina trabalhando independentemente na elaboração de uma lista de atividades e um quinto aluno está fazendo exercícios individuais com um professor. Ao fundo ouve-se um relógio marcando a hora. Ele soa e parece que haverá uma enorme confusão na medida que os materiais são guardados, as cadeiras afastadas, os lembretes são feitos juntamente com os elogios, algumas instruções são passadas, todos passam a uma nova área da sala e o trabalho recomeça. Como é que todos sabem onde ir e como fazer? Como os professores sabem por quem são responsáveis? Por que funciona tão bem? Esta classe com certeza tem uma programação clara, consistente e objetiva, um esquema que determina quem, o que e quando.

Programação é parte da organização das atividades que os alunos autistas necessitam. Muitos tem problemas com memória sequencial e organização no/do tempo. Dificuldades de linguagem receptiva também pode tornar difícil aos alunos compreender o que eles deveriam estar fazendo.

Além de dar orientação a todos sobre certos períodos de tempo, a programação das atividades ajuda-os a prever acontecimentos diários e semanais. Isto diminui a ansiedade sobre o não saber do que ocorrerá em seguida. Além de saber qual atividade ocorrerá depois, a programação auxilia os alunos a se conduzir de forma independente entre as atividades. Sua programação lhes diz onde devem ir em seguida. Além disso alunos com pouca iniciativa podem ser motivados a completar uma tarefa considerada difícil se perceberem pelo esquema montado(programação) que esta será seguida de atividade ou tarefa mais agradável.

Geralmente há dois tipos de programação utilizados simultaneamente nas salas. O 1. tipo é a programação geral da classe; e o 2. tipo são os esquemas individuais.

A programação global delineia os eventos diários, porém não especifica atividades de trabalho para os alunos mas mostra os horários, intervalos, etc. Por exemplo: 8:30 – chegada dos alunos, guarda de objetos 8:45 – sessão de trabalho 1 9:30 – sessão de trabalho 2 10:15 – intervalo 10:30 – lazer 11:00 – sessão de trabalho 3 11:45 – preparo para o almoço 12:00 – almoço 12:30 – pátio, ginásio 13:00 – limpeza das mesas e chão da cozinha 13:45 – sessão de trabalho 4 14:30 – despedida

Este esquema mostra quando os alunos estão trabalhando e quando estão desenvolvendo outras atividades. Durante as sessões de trabalho alunos e professores podem estar envolvidos em uma série de atividades, desde o trabalho pré-vocacional independente, treinamento individual sobre auto-ajuda, até sobre tarefas na escola. Estas, atividades, se refletem na programação individual.

A programação geral pode até ser semanal, exceto nos dias de excursões, eventos especiais ou treinamentos comunitários.

A programação geral da classe é geralmente afixada em algum lugar da sala para que todos possam ver e a utilizarem. Esta é geralmente revisada quando da chegada dos alunos ou durante uma sessão matinal de grupo. O formato pode ser escrito, porém como nem todos serão capazes de entender o escrito, pode-se utilizar figuras ou desenhos representando as atividades. Por exemplo: a figura de uma carteira ou mesa pode ser usada no lugar de “sessão de trabalho”. A programação com gravuras pode ser disposta de cima para baixo ou da esquerda para a direita em um grande cartaz. Usando esta tabela global os professores podem organizar melhor as responsabilidades diárias, ou semanais. Um quadro de horário e atividades com a tabela anexa para cada professor é fácil de manusear e de consultar. Para dividir as responsabilidades dos professores deve-se considerar quais os alunos trabalham bem em pequenos grupos, quais conseguem exercer atividades de forma independente, qual atividade necessita do professor fora da sala e quais alunos tem comportamento de difícil controle. Ambos professores ( e outros voluntários que usem a programação) devem saber quais são e a quem acomete suas responsabilidades.

Para ajudar aos alunos a compreender o que fazer durante as atividades constantes na programação geral, usam-se as tabelas individuais. Elas podem ter formas variadas mas devem ser individualizadas, adequadas a idade, balanceadas entre atividades difíceis e fáceis e baseadas na capacidade de compreensão e execução de cada um ( quanto reforço ou mudança de atividade pode ser necessária).

As programações individuais variam desde aqueles que são dirigidos e administrados pelos professores até os que os próprios alunos programam e desenvolvem. O aspecto importante é que são individualizados, isto é, criados para e compreendidos pelos alunos. Alguns exemplos:

1. Quando o professor e aluno terminam uma atividade ( e seu consequente reforço), o professor mostra o item da próxima atividade. Ou o aluno segue para a área designada levando o item consigo ou usa o item como exemplo para apanhar outros materiais necessários e os leva para a mesa de trabalho.

2. Sobre a mesa do aluno está um cartaz onde estão fixados círculos de papel em cores diferentes, em fileira vertical. O aluno aprende a retirar o círculo da parte superior e compará-lo a outro igual, colocando-o numa caixa na estante da área de trabalho. Ele leva a caixa para a mesa, completa o trabalho na caixa (com ou sem ajuda do professor, dependendo da tarefa) e põe a caixa de volta na estante quando termina. Ele continua assim até que todos os círculos coloridos tenham sido feitos.

3. Afixados ao quadro do lado da área de trabalho do aluno estão enfileiradas 4 ou 5 fotos polaroid para cada sessão de trabalho. O aluno começa com a foto da parte superior e obtém os materiais, completa a atividade e guarda os materiais. Ele continua a seguir o esquema através das fotos para a sessão de trabalho. A última foto em cada fileira será de um jogo ou brinquedo que o aluno goste. Quando alcança a foto, êle pode brincar até que soe o sinal para o início de uma nova sessão de trabalho. Pregado na mesa está um pedaço de papel dividido em 3 fileiras de 3 quadrados cada. Cada quadrado tem um desenho ou lista de número. Cada quadrado corresponde a um bloco de horário da programação global da classe. O aluno segue a tabela da esquerda para a direita. O primeiro bloco relaciona os números das tarefas que êle deve fazer sozinho na área da oficina. Ao sinal de término do 1. período de trabalho, êle segue as instruções do segundo bloco, que mostra o desenho de uma mesa e cadeira, representando o trabalho individual com o professor. O 3. bloco tem o desenho da área de recreio. O aluno continua observando o esquema (programa) durante o dia. Este aluno recebe dinheiro sempre que completar satisfatoriamente ou tenha executado todas asa tarefas relacionadas ou desenhadas em cada bloco. Ele gasta seu dinheiro com merenda e. ao final do dia, com guloseimas ou pequenas surpresas como adesivos, etc.

4. Após a chegada, o aluno guarda seus objetos pessoais e apanha o quadro de horário e atividades que está dependurada na parede. Cada quadro tem um quadrinho para ser marcado. O aluno e professor preparam o programa juntos, no final do dia anterior. Ele verifica qual será sua atividade de 8:30 hs e a completa. Então chama o professor para conferir seu trabalho e recebe a marcação no quadrinho indicado. Sua próxima tarefa está prevista para as 8:30 hs. Se houver tempo livre, êle pode usa-lo tranquilamente na área de lazer. Ele passa o dia consultando a tabela e o relógio. Ele não recebe OK se não completar a tarefa no tempo e/ou comportamento indicado. Após receber certo número de OK’s êle recebe uma estrela no painel no fim do dia.

Quatro estrelas numa semana resultará na escolha da atividade favorita ao invés de trabalho na tarde de 6a. feira.

Todos estes exemplos mostram o trabalho através da individualização. Para os alunos que não sabiam ler ou entender as figuras deve-se usar cores ou objetos para ajudá-los nas atividades diárias. Alguns programas tem 2 ou 3 atividades a serem completadas em determinado período de tempo, enquanto outros tem apenas 1 antes do intervalo ou do reforço. cada esquema individual também reflete a preferência do aluno pelas atividades com alternância das mais com as menos agradáveis.

A utilização de programas claros e consistentes facilitam o funcionamento perfeito da classe e deixa mais tempo para o ensino e aprendizado em si, ao invés de constantes reorganizações e planejamentos durante o horário de aula. A medida que os alunos aprendem a entender e observar os horários êles desenvolvem boa capacidade de trabalho independente e conseguem seguir instruções, que são muito importantes para o sucesso em situações futuras(seja de ordem vocacional ou doméstica). A seguir estão algumas questões que os professores devem considerar no planejamento da programação da classe ou dos alunos individualmente. * A programação está claramente delineada de forma que os professores saibam todas as responsabilidades diárias? * Há equilíbrio das atividades individuais, em grupos independentes e de lazer, diariamente? * A programação individual leva em conta as necessidades do aluno quanto a intervalos, reforço, atividades indesejadas, seguidas das atividades preferidas? * O programa ajuda o aluno nas transições onde ir e onde fazer? * O programa auxilia o aluno a saber onde e quando começar e terminar uma tarefa? * Como são assinaladas as transições e mudanças de atividade? por sinais? por orientação do professor? pelo relógio de parede? * A programação é representada de forma facilmente compreendida pelo aluno?

Método de Ensino

O professor deve sistematizar e organizar os métodos de ensino com a finalidade de ensinar de forma eficaz.

Uma outra maneira de usar a organização para ajudar os alunos a um desempenho bem sucedido é na montagem das tarefas dos professores. Aqui também as dificuldades de recepção da linguagem prejudicam a compreensão dos alunos no que é esperado deles. Instruções para as tarefas e o uso de dicas e reforços devem ser organizados e sistematizados a fim de propiciar experiências de sucesso. Isto torna as situações de aprendizado mais previsíveis (e portanto mais fáceis) e ajuda-os a superar a distração, a resistência a mudanças e a falta de motivação. As instruções podem ser dadas verbalmente ou não. Em qualquer caso as instruções devem ser dadas ao nível de compreensão do aluno. No caso de instrução verbal, isto significa usar a quantidade mínima de linguagem necessária. Por exemplo: não invés de “quero que você termine de colocar todas essas porcas e parafusos juntos e quando terminar você pode ir para a área de lazer e escolher um brinquedo para brincar” – “primeiro termine as porcas e parafusos e depois brinque”. A segunda forma de emissão transmite a mesma essência de mensagem. Instruções verbais também podem ser acompanhadas de gestos, para ajudar a compreensão. No exemplo anterior, o professor pode apontar para todas as porcas e parafusos e depois para a área de lazer enquanto dá as instruções – deve ter a atenção do aluno antes de começar as instruções. Isto não quer dizer necessariamente ter contato visual. Alguns alunos podem expressar atenção pela orientação corporal, reação verbal ou pela paralisação de outras atividades. Ao dar instruções o professor precisa estar certo que as expectativas e consequências estão organizadas e claras para o aluno. Se um aluno não sabe onde estão os materiais, como iniciar a tarefa ou o que fazer quando terminar, então é provável que êle não execute a tarefa de acordo com a expectativa do professor.

Além de usar gestos, as instruções podem também serem dadas através de dicas visuais tais como apresentar e posicionar materiais de forma sistemática, assim como utilizar desenhos e instruções escritas.

Organizar o trabalho de maneira uniforme da esquerda para a direita, lhes fornece uma sistemática para completar as tarefas de forma mais independente sem necessidade de tantas instruções verbais. O fornecimento de apenas dos materiais que o aluno precisará para as tarefas específicas será menos confuso para êle. A colocação dos materiais no ambiente onde serão usados também pode ajuda-lo a seguir as orientações e a completar as tarefas com maior sucesso, como por exemplo: colocar limpa vidros, limpadores de pia e de vasos, esponjas, etc. no banheiro a ser limpo – são pistas de quais tarefas devem ser executadas e quais materiais usar. Peças de encaixe (tipo quebra cabeça) e instruções também podem ajuda-los a se tornar e a permanecerem mais organizados enquanto trabalham. Os professores podem usar amostras ou figuras de produtos acabados para mostrar aos alunos o que deve ser feito. Figuras e instruções escritas (similares a uma receita) podem ser usadas para ajuda-los a compreenderem uma tarefa na sequencia correta. O professor deve ter cuidado para não dar dicas que causem distração.

Alguns podem não ser capazes de compreender o método proposto pelas peças de encaixe, ou mesmo uma figura mais complexa, assim como não ter aprendido ainda a trabalhar da esquerda para a direita. Tais capacidades devem ser avaliadas e feito planejamento de treinamento individual da mesma forma que outras atividades são ensinadas.

Ao ensinar novas tarefas os professores usam dicas para ajudar os alunos a terem sucesso no que estão aprendendo e fazendo. Existem tipos diferentes de dicas utilizadas para ajuda-los ou dar-lhes lembretes. Uma dica física é usada quando o professor guia as mãos do aluno a levantar a calça após ir ao banheiro. Uma dica verbal é quando lhe é dito para colocar um guardanapo na sua bandeja de almoço. Dicas visuais podem incluir formas variadas, por exemplo: as peças de encaixe, instruções escritas, cartão colorido que o aluno compara a uma caixa de trabalho para fazer sua própria tarefa. Creme de amendoim escrito em letras garrafais para chamar a atenção para o vidro. Uma dica pode ser também um gesto, p. ex.: ao invés de dizer ao aluno para pegar um guardanapo, o professor aponta para o porta-guardanapo ou para o espaço vazio na bandeja. Modelagem ou demonstração de como algo é feito também pode ser uma dica. As dicas podem também ser sobre situações, tais como “olá” – que é para cumprimentar alguém.

Para se usar dicas de forma eficaz o professor deve ser sistemático na sua apresentação. Isto quer dizer que a dica deve ser clara consistente e direcionada ao aluno antes que ele responda incorretamente, p. ex.: a professora está ensinando ao Charles como lavar pratos; o primeiro passo escolhido por ela é a quantidade adequada de detergente e começa a espremê-lo sobre a água; êle espreme muito e ela diz “não”, que é uma dica para alertar Charles; “isto é muito, use somente um pouco de detergente” – esta forma é ineficaz! Para ser eficaz a professora poderia começar com uma dica verbal: “somente um pouco de detergente”; a seguir ela ajuda Charles a espremer o frasco em um recipiente de medir (pode ser a tampa de refrigerante) e lhe mostra como espalha-lo na água para fazer espuma; continua assim por 3 dias. Eventualmente a professora não precisa usar dicas verbais ou físicas e Charles mede a quantidade certa de detergente por si mesmo usando a tampa de refrigerante. Uma gama de dicas foi usada para deixar claro a Charles a quantidade de detergente a ser usada e as dicas lhe foram dadas antes que ele tivesse a oportunidade de usar a quantidade incorreta.

Os professores também precisam estar atentos ao utilizar dicas e pistas quando assim não o desejarem. É muito importante aqui o posicionamento do professor e do aluno para o aprendizado. Muitas vezes as resposta corretas podem ser transmitidas aos alunos pelo simples movimento da cabeça ou olhos do professor a resposta correta. Alguns alunos não continuarão a trabalhar sem olhar para o professor após cada etapa, para confirmação ou não de seu desempenho. Em tais situações o professor pode se posicionar ao lado ou atras do aluno ao invés de ficar na sua frente – nesta posição menos dicas não intencionais serão transmitidas.

A maior parte das pessoas são motivadas a trabalhar devido a uma combinação de elogios de outros, satisfação interior e compensação pecuniária. Os alunos autistas não são automaticamente motivados por tais coisas. Os professores precisam descobrir quais coisas os motivam e assim ensiná-los como um sistema de contingências funciona para êles. P.ex.: um professor descobre que há interesse em sentir (apalpar) e usar lixa. Os horários podem ser organizados de forma que êle saiba quando terminar sua tarefa, usando lixas na oficina – assim espera-se que esta situação propicie motivação para o trabalho.

O reforço pode incluir uma gama de itens ou atividades. Muitos alunos são motivados por alimentos ou brinquedos que realmente gostam. Outros podem ser motivados por uma atividade preferida. Alguns podem ser capazes de ganhar dinheiro, ou fichas durante o dia e guardá-los para trocar por reforço mais tarde. Todos os alunos devem receber elogios ou “reforços” sociais. Existem alunos para os quais o elogio de um adulto ou autoridade pode ser estímulo suficiente para mantê-lo ocupado, trabalhando e aprendendo. Existe também alguns alunos que encontrarão satisfação em completar o trabalho e não precisarão de outros tipos de reforços.

Para se usar o reforço como ferramenta eficaz de ensino o professor deve ser sistemático no seu uso. O tipo e frequência do reforço, de forma individual, deve ser planejado antes das atividades – alguns costumam precisar de reforço constante enquanto outros podem tê-lo de forma intermitente. O tipo de reforço deve ser adequado e natural a atividade que o aluno está desenvolvendo e ao nível de compreensão do aluno. P. ex.: se o aluno não compreende como funciona o sistema de fichas, então não será este um reforço eficiente/indicado). O professor deve estar seguro que o reforço segue de imediato o comportamento ou capacitação ensinada ou aumentada, de forma que o aluno perceba claramente o relacionamento entre os dois. Não pode haver dúvidas para o aluno o objetivo a ser alcançado. O professor deve ter condição de determinar se um estímulo é eficaz pela avaliação do interesse do aluno e na aquisição ou ganho na atividade ou conduta que está sendo reforçada.

A seguir algumas perguntas que os professores devem considerar ao planejar os métodos de ensino para serem eficazes:

1. O professor tem a atenção do aluno antes de serem dadas as instruções? 2. A linguagem verbal utilizada é específica para o nível de compreensão dos alunos? 3. Os gestos estão acompanhados de instruções verbais para ajudar o aluno a entender quando êle está com dificuldade de compreensão? 4. O aluno recebe informação suficiente para ser capaz de completar uma tarefa o mais independente possível? 5. A disposição e organização dos materiais ajuda a transmitir instruções para os alunos? 6. Os materiais são apresentados de maneira organizada? 7. Há excesso de materiais apresentados em determinada hora? 8. O aluno está recebendo a ajuda que precisa para completar a tarefa com sucesso? 9. As dicas escolhidas são específicas ao estilo e nível de aprendizado do aluno? 10. As dicas são dadas antes que o aluno responda incorretamente? 11. O posicionamento do professor foi estruturado de forma que o aluno não perceba dicas não intencionais? 12. O aluno está recebendo “feed-back” claro sobre as respostas ou sôbre seu comportamento (conduta) adequado ou incorreto? 13. As consequências e reforços são tornados claros para o aluno? Elas seguem de imediato o comportamento trabalhado? 14. O reforço é dado com a necessária frequência? 15. os reforços são baseados no nível de compreensão e motivação do aluno?

Resumo

Para ensinar eficazmente alunos autistas, o professor deve proporcionar uma organização do método de trabalho, incluindo a sala-de-aula, de maneira que os alunos entendam onde ficar, o que fazer e como fazê-lo, de forma mais independente possível.

Fonte: http://www.institutoinclusaobrasil.com.br/estrategias-escolares-para-ensinar-criancas-com-autismo/

Instituto Inclusão Brasil :

Texto traduzido do endereço: http://www.unc.edu/about/disclaimer/html

Vem novidades por aí!

NOVOS CURSOS da Pós-Graduação Facvest – Unifacvest

A Coordenação da Pós-Graduação Facvest juntamente com a Pró-Reitoria de Ensino lançam novos cursos para  o segundo semestre de 2016.

Os cursos foram elaborados para atender os profissionais das áreas Jurídica, Saúde e Engenharia.

Click nos links abaixo e conheça os cursos por área:

JURÍDICA

SAÚDE

ENGENHARIA

 

Para maiores informações preencha o cadastro encontrado em cada curso que logo retornaremos para você.

 

Pós-graduação Unifacvest:
Um mundo de possibilidades num universo de conhecimento!

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Você sabe se sua Calculadora HP-12C está funcionando corretamente?

O fabricante da calculadora HP-12C inseriu três testes na calculadora, enfatizando maior confiabilidade na sua utilização.

Primeiro Teste

  • Deixe a calculadora desligada;
  • Pressione a tecla  ON e segure-a;
  • Pressione a tecla   X  e segure-a;
  • solte a tecla  ON e em seguida a tecla X;

No visor, piscará a palavra running ( executando ) e após aparecerá:

– 8888888888

     User  f  g  Begin  Grad  DMY  C  PRGM 

Isso indica que todas as funções estão funcionando, caso contrário apareceria “ERROR 9″.

 

Segundo Teste

  • Deixe a calculadora desligada;
  • Pressione a tecla  ON e segure-a;
  • Pressione a tecla   +  e segure-a;
  • solte a tecla  ON e em seguida a tecla  + ;

 

No visor, piscará a palavra running ( executando ) e após aparecerá:

– 8888888888

     User  f  g  Begin  Grad  DMY  C  PRGM 

Isso indica que todas as funções estão funcionando, caso contrário apareceria “ERROR 9″.

 

Terceiro Teste

  • Deixe a calculadora desligada;
  • Pressione a tecla  ON e segure-a;
  • Pressione a tecla   ÷  e segure-a;
  • solte a tecla  ON e em seguida a tecla  ÷ ;

No visor aparecerá __| __   |

 

Agora pressione todas as teclas ( uma a uma ) da esquerda para a direita e de cima para baixo. Observe que a tecla ENTER  é pressionada duas vezes.

Após apertar a última tecla aparecerá no visor ( centro ) o número 12, significando que todo o teclado está funcionando.

Caso aparecer ERROR 9 , faça o teste novamente  e se persistir a expressão, a calculadora necessita de conserto.

 

Esperamos ter ajudado você que usa HP-12C  no seu dia-a-dia .

Para aprender um pouco mais sobre HP-12C  venha fazer o curso de Pós-Graduação em Gestão em Finanças.

 

 

Unifavest: Autorização para atuar com EAD em todo o Brasil

O Centro Universitário Unifacvest  está começando um nova fase em sua história.

O Ministério da Educação aprovou na última semana o credenciamento através do parecer n.º 852/2016  o Ensino à Distância da Unifacvest. 

Inicialmente o EAD da Unifacvest atuará em 25 cidades, mas tem como projeto estar em 25o cidades e todos os estados do Brasil até o ano de 2020.

A Unifacvest já é referência na Serra Catarinense e considerada uma das melhores Instituições de Ensino Superior Privado de Santa Catarina e do Brasil, destacando-se nos principais rankings do Ensino Superior no Brasil.

Os cursos oferecidos serão os mantidos atualmente pela Unifacvest. Além dos cursos de graduação será ofertado também cursos de Pós-Graduação Lato Sensu.

 

Broering

Professor e reitor do Centro Universitário, Giovani Broering.

Construindo a cada dia uma Instituição de Ensino de Qualidade para você.

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PROGRAMA DE MESTRADO EM PRÁTICAS TRANSCULTURAIS

ÁREA DE AVALIAÇÃO: LETRAS / LINGUÍSTICA
MODALIDADE: PROFISSIONAL
ÁREA DE CONCENTRAÇÃO – PRÁTICAS DA LINGUAGEM E DA CULTURA
COORDENAÇÃO MARCO MASCHIO CHAGA
EDITAL DE SELEÇÃO ABERTO ENTRE JUNHO E JULHO DE 2016
LINHAS DE PESQUISA DO MESTRADO
PROFESSORES LINHA PESQUISA 1
  • ALBERTO ANDRES HELLER
  • CAMILA MARCELINA PASQUAL
  • FABIO EDUARDO GRUNEWALD SOARES
  • JOSÉ ENDOENÇA MARTINS
PROFESSORES LINHA PESQUISA 2
  • EDUARD MARQUARDT
  • MARCO MASCHIO CHAGA
  • MARYUALE MALVESSI MITTMANN
  • SIMONE REGINA DIAS
AS DISCIPLINAS DO MESTRADO SERÃO OFERTADAS DE ACORDO COM AS NECESSIDADES DEMANDADAS PELOS PROJETOS APROVADOS EM SELEÇÃO A SER REALIZADA EM JULHO DE 2016, CONFORME O EDITAL 02/2016 .
OFERTA 2016
CONTEXTUALIZAÇÃO REGIONAL DO MESTRADO
A FACVEST vem atendendo a população da Região Serrana e do Planalto Catarinense, sobretudo para suprir as carências educacionais e de qualificação profissional, contribuindo para o crescimento dos setores industrial, comercial e turístico, assim como possibilita maior oportunidade de emprego e renda. A FACVEST se faz mister na região serrana bastante povoada para os padrões catarinenses e que vê seus filhos migrarem para outras regiões, seja em busca de educação de nível superior, sobretudo quando se pensa na Pós-Graduação, ou seja em busca de inserção no mercado de trabalho. Por isso, tem-se plena convicção de que a FACVEST tem contribuído, e muito, com o estancamento deste processo de esvaziamento da região serrana e, inclusive, possibilitando o retorno dos migrantes à terra natal. Além disso, a simples presença da FACVEST na região possibilitou que a economia local se movimentasse de forma significativa nos últimos quinze anos, contribuindo com a geração de emprego e renda. Nesse sentido, seu papel social é amplamente reconhecido pela sociedade serrana
ÁREA DE CONCENTRAÇÃO – PRÁTICAS DA LINGUAGEM E DA CULTURA
Descrição: A área de concentração do Programa traduz a vocação e a história do mestrado da FACVEST, indicando uma forte vinculação à Teoria da Literatura, como área do conhecimento maior, que abriga as diversas manifestações associadas às práticas da linguagem e aos estudos culturais. As disciplinas foram pensadas e organizadas dentro do programa visando articular as temáticas transversais que naturalmente atravessam os tecidos literários e culturais. Por temática transversal, entende-se que o objetivo maior dessa proposta pretende articular questões de gênero, dos afrodescendentes, das visões de classe, das questões sobre o valor da cultura subjacente aos agentes que constituem a sociedade. Articular todas essas questões e outras que fazem parte do bojo da proposta a uma visão dinâmica de suas práticas dentro dos espaços sociais, reconhecidos ou não, também demarcam o cerne dessa proposta.
Para maiores informações acesse o site http://www.unifacvest.net

Av. Mal. Floriano, 947 – Centro
Lages – Santa Catarina
CEP 88501-103‎
Fone (49) 3225-4114

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Matrículas Abertas para o curso de Literatura e Contação de Histórias.

Foi lançado ontem a abertura de mais uma turma de pós-graduação em  Literatura e Contação de Histórias no Pólo de Florianópolis.

Tivemos a presença da professora Beatriz V. Fleck que apresentou o curso através de uma contação de História.

As matrículas para essa nova turma já estão disponíveis no nosso site www.facvestpos.com.br. Previsão de início dia 29/04/2016 com aulas todas as sextas-feiras.

Entre em contato conosco e garanta já as últimas vagas para essa turma.