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50 ideias de matemática que precisa mesmo de saber.

 

“Olá Caros Educadores que tal fazermos uma viagem a história da matemática em 50 ideias que precisamos saber. baixe o livro em pdf e  descubram o que significam realmente estas ideias, de que possivelmente já ouviram falar. Começando pelo zero, ou qualquer outro assunto que queiram, podem fazer uma viagem entre ilhas de ideias matemáticas. Podem, por exemplo, adquirir conhecimentos sobre a Teoria dos Jogos e a seguir ler sobre Quadrados Mágicos. Ou podem passar dos Retângulos de Ouro para o famoso Último Teorema de Fermat, ou escolher qualquer outro caminho”.

fonte: http://www.matematicapremio.com.br/livro-em-pdf-50-ideias-matematica-que-precisa-mesmo-de-saber/

 

Para fazer o download clique no link abaixo:

50 ideais de matemática

 

fonte: http://www.matematicapremio.com.br/livro-em-pdf-50-ideias-matematica-que-precisa-mesmo-de-saber/

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Unifacvest vai ter Mestrado

Mais uma grande conquista da melhor instituição de ensino superior privado de Santa Catarina.

O CAPES/MEC acaba de informar a Aprovação do1º Programa de Mestrado da Unifacvest.

Quem ganha é Lages, que assim consolida-se como referência nacional na educação superior de qualidade.

 

Fonte: http://miltonbarao.com.br/

  • POSTADO mar. 10, 2016
  • POSTADO POR Milton Barao
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Dinâmicas em grupo favorecem o aprendizado

A promoção de atividades em grupo vem ganhando forca entre os educadores, que defendem a aplicação de metodologias de ensino baseadas em ações de discussão coletiva, para melhorar a absorção de conteúdos ministrados em sala de aula.

A proposta tem o objetivo de estimular a criação de ambientes colaborativos, onde os alunos são incentivados a discutir entre si, os conteúdos propostos. Essa medida leva a um envolvimento e até a um comprometimento maior dos estudantes.

A correlação entre ensino e a aprendizagem e o fato de serem mediados cultural e historicamente por relações humanas, há muito vem sendo discutidos na esfera educacional. O tema foi evocado através de estudos fundamentados por Lev Semenovich Vygotsky, que levam ao entendimento de que o pensamento não é formado com autonomia e independência, mas sim, que é determinado através da exposição dos alunos a fatores culturais, resultantes da relação dos seres humanos com os objetos sociais com os quais interagem.

Preparação para o mundo real

Colocar o aluno em um ambiente passível de trocas, questionamentos e argumentações com os colegas é algo valioso, não apenas para o aprendizado do conteúdo didático, mas também, para prepará-lo para as experiências vivenciadas em sociedade.

A dinâmica em grupo expõe os alunos a contextos de debate, e consequentemente, de resolução de problemas. Outro fator positivo claramente visível nesse processo, diz respeito ao fortalecimento de valores básicos aplicados à vida em sociedade que são: a aceitação e o respeito às diferenças de pensamento intelectual e opiniões divergentes.

Consequentemente, estes mesmos estudantes aprendem na prática, a lidar com imprevistos, a resolver conflitos presentes no dia a dia e a conviver em harmonia em ambientes de competição.

Estratégias didáticas

Que as dinâmicas em grupo oferecem resultados positivos, já é algo comprovado através de muitas experiências aplicadas por educadores Brasil afora. A questão, agora, diz respeito à necessidade de capacitar os professores para desenvolver estas atividades de maneira a alcançar altos níveis de aprendizado.

O preparo de professores é fundamental para que novas estratégias didáticas sejam elaboradas e aplicadas em sala de aula. Talvez um dos grandes desafios pedagógicos das atividades em grupo, seja conseguir passar o conhecimento cognitivo, utilizando o lúdico sem que a interação entre alunos extrapole o ideal e torne-se um ambiente confuso e barulhento.

As dinâmicas em grupo estão ganhando um novo reforço, à medida que novas tecnologias vêm sendo adicionadas ao contexto escolar. Os recursos tecnológicos, nesse caso, são utilizados com o objetivo de elevar os índices de interação e absorção de conteúdos pelos alunos, atualizando e modernizando as técnicas de aprendizado.

fonte: http://blog.sponte.com.br/dinamicas-em-grupo-favorecem-o-aprendizado/

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O problema de quase todas as empresas.

O que falta nas empresas é conhecimento financeiro, entendimento de como funcionam os bancos, da dinâmica de capital de giro, das informações que podem ser extraídas da contabilidade

Meus amigos sabem que grande parte da informação que hoje divido com meus leitores não foi aprendida diante de um quadro negro ou das páginas de livros. Eu mesmo me surpreendo ao perceber que aprendi muita coisa na prática, como consultor financeiro de grandes empresas. Surpreendo-me não por ter aprendido na prática, mas sim por ter tido a oportunidade da prática antes de mesmo ter adquirido os títulos acadêmicos ou certificações que a justificariam.

Tornei-me consultor financeiro simplesmente por ter facilidade com números – algo em que meus anos de estudos em engenharia valeram a pena – e por ter tido bons orientadores para meus trabalhos. À medida que fui aprofundando meus conhecimentos, adquirindo títulos e diplomas e entendendo muito do que eu já sabia por um novo ângulo – o acadêmico – procurei não apenas resolver os problemas financeiros das empresas, mas também entendê-los em sua essência.

Hoje, posso afirmar com segurança que a grande maioria das empresas brasileiras que são incapazes de gerar resultados satisfatórios possuem esse triste quadro por pura falta de informação. De muitas consultorias que dei, em quase todas as respostas para os problemas estavam bem debaixo dos narizes daqueles que me contratavam para “explicar” os motivos de poucos lucros. A origem dos problemas aparecia claramente nos números! Os relatórios financeiros obrigatórios das empresas fornecem a maioria das respostas de suas dificuldades financeiras, mas muitos empresários pensam que precisam de um consultor financeiro para entendê-los. Pagam para alguém lhes mastigar a informação, quando poderiam pagar muito menos por um curso de formação financeira gerencial.

Não são raros os casos. Grandes empresas reclamam de pouco poder de consumo de seus clientes, mercado fraco, mas não percebem que cresceram rápido demais, consumindo o capital de giro em um ritmo mais intenso do que a capacidade de crescimento do poder de compra da população em períodos de otimismo. Outras empresas têm como meta financeira aumentar lucros, mas sequer pensam na eficiência destes lucros; investem valores astronômicos sem pensar no retorno do investimento, mas apenas no aumento do lucro – é melhor investir 100 e lucrar 10 do que investir 200 e lucrar 11.

Muitos pequenos empresários iniciam seus negócios projetando apenas os investimentos em estoques e na capacidade de produção, mas irão perceber tarde demais que seus clientes o pagarão bem depois de ter que quitar dívidas; estas empresas mal começam suas atividades e já são vítimas de um sistema financeiro oportunista.

Grande parte dos problemas financeiros exemplificados pode ser evitada. O que falta é conhecimento financeiro, entendimento de como funcionam os bancos, da dinâmica de capital de giro, das informações que podem ser extraídas da contabilidade da empresa. Muitos sequer levam a contabilidade a sério, simplesmente a delegam a contadores externos que mal conhecem a natureza da atividade da empresa e que fazem relatórios que nunca serão usados para tomadas de decisões empresariais.

Esse é o erro! É preciso conhecer os números, saber explorá-los, entender quando é a hora de investir no crescimento e quando é hora de esperar. Muitas vezes é melhor perder alguns clientes hoje do que perder a empresa toda amanhã. Invista em conhecimento financeiro. Não gosta? Não se dá bem com números? Lamento dizer: se você não souber lidar com dinheiro jamais será bem-sucedido. Não importa o tamanho da empresa, desde um pequeno carrinho de cachorro-quente até uma grande empresa familiar. Seu negócio apenas terá sucesso se você entender dos números.

O Brasil sempre foi e por muitas décadas ainda será uma terra de oportunidades, de crescimento, em que se plantando tudo dá. Poucas empresas brasileiras têm problemas comerciais, pois o vendedor brasileiro é habilidoso. Poucas empresas brasileiras têm problemas fiscais, pois o empresário brasileiro é, digamos, criativo. Mas os problemas surgem quando os recursos são mal administrados.

Quase todas as empresas brasileiras sofrem com a falta de conhecimento financeiro de seus gestores, vítimas de uma educação inadequada aos problemas sociais brasileiros. Se o grande problema brasileiro é desigualdade social, por que não se ensina sobre a riqueza nas escolas? Por que não ensinamos cada brasileiro a construir seu projeto de enriquecimento, a se tornar um empresário com domínio financeiro de seus negócios? Será que é interessante incluir enriquecimento na pauta da educação e “dividir o bolo”?

Lute por um Brasil mais rico, comece sua luta aprendendo mais sobre finanças. Seja seu próprio consultor financeiro e cresça com solidez. A sociedade agradece.

Autor: Gustavo Cerbasi é consultor financeiro e autor de Casais Inteligentes Enriquecem Juntos, Investimentos Inteligentes e Adeus, Aposentadoria, todos pela Editora Sextante.
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fonte: http://www.maisdinheiro.com.br/artigos/2/86/o-problema-de-quase-todas-as-empresas

Publicado originalmente no site www.maisdinheiro.com.br

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RECEBER O ALUNO COM DEFICIÊNCIA NA SALA DE AULA NÃO SIGNIFICA INCLUSÃO

Receber o aluno com deficiência na sala de aula não significa inclusão

Receber o aluno com deficiência na sala de aula não significa inclusão, há necessidade do preparo do docente para conhecer o tipo de deficiência e a historia de vida do aluno, sua relação com seus familiares e vice-versa; saber como trabalhar com outros alunos e com suas famílias, é este o contexto que chamamos inclusivo. Não podemos exigir que o professor esteja preparado. Há ainda a necessidade do envolvimento de gestores, da iniciativa pública e privada, de políticas públicas, de investimento na formação dos envolvidos, trabalho que não se restringe apenas aos professores, mas a todos, sem exceção.

Quando a escola recebe, pela primeira vez, uma criança com discrepâncias significativas no processo de desenvolvimento e aprendizagem ou com algum tipo de deficiência em relação aos demais alunos da mesma faixa etária é natural que muitas dúvidas surjam. O professor, geralmente, sente-se ansioso e temeroso diante de nova situação para a qual não se encontra preparado. Inicialmente, alguns professores pensam ser necessário se especializarem para poderem melhor atender o aluno com deficiência. Sem dúvida a capacitação, a pesquisa e o aprimoramentos são imprescindíveis a prática pedagógica de um profissional da educação. Contudo, a convivência, a experiência e ajuda de profissionais especializados e da família, o professor verifica que o processo de inclusão não é tão difícil como parecia, é um desafio porque implica em mudanças nas práticas pedagógicas muitas vezes cristalizadas.

Boa parte dos alunos com deficiência adaptam-se muito bem às escolas quando sentem-se de fato aceitos, compreendidos e conseguem aprender na escola. Porque, qualquer ser humano não fica bem aonde se sente excluído, incompreendido, não aprende e é rejeitado.

Essas crianças se sentem felizes por poderem participar da vida, conviver e brincar com outras crianças, aprenderem juntas com as demais. Isso é perfeitamente possível, desde que o professor seja orientado em sua tarefa pedagógica.

As situações devem ser cuidadosamente planejadas e as atividades ajustadas e adaptadas para que atendam às necessidades específicas desses alunos.

Portanto, não há uma regra específica, se deve falar para os demais alunos da sala de aula se tem ou não um ou alguns alunos com deficiência. Cada situação é única. Dependendo de como o grupo classe e o professor acolher estes alunos, haverá uma estratégia diferente. Caso o professor tenha como prática no inicio das aulas fazer dinâmicas de grupo com seus alunos para se conhecerem deve manter isso, aproveitando a situação para falar sobre o que o aluno com deficiência tem e como todos podem ajudá-lo e das qualidades e competências que esse aluno tem, do que gosta, dás coisas que ele sabe, sobre sua vida, qual a expectativa dele nesta classe e escola, etc. O manejo precisa ser ponderado.

Para que esses princípios inclusivos se concretizem, torna-se fundamental a elaboração, por toda comunidade escolar, de um projeto político pedagógico de inclusão contando com a participação efetiva dos pais, profissionais ou instituições especializadas que realizam o atendimento complementar, tendo em vista a avaliação das necessidades educacionais específicas desses educandos para as adaptações e complementações curriculares que se fizerem necessárias.

Não vejo sentido comunicar aos demais pais que há um aluno com deficiência na classe, para tanto será importante a participação coletiva humanística acolhedora.

Não atendemos síndromes, doenças ou patologias, mas sim uma criança, um aluno, um adolescente, adulto que tenha alguma diferença. Isso é cultural e por isso leva-se tempo para que a cultura da patologia e modelo médico se dissolva para vermos pessoas no lugar de doenças.

Defendo que o trabalho precisa ser coletivo, com tutorias, com todos juntos, por isso aprendizagem é cooperativa, um ajudando o outro, quer seja professor-professor, professor-especialista, professor-aluno, aluno-especialista, aluno-aluno, enfim quem sabe ensina.

A sala de aula deve ser um espaço coletivo, circular, não linear, o poder é de todos, todos tem algo para ensinar, fazer, compartilhar e aprender.

Enquanto a estrutura escolar manter o poder centrado no professor fica inviável qualquer inclusão.

Estudos e experiências realizados no Brasil e no mundo demonstram que a Educação Inclusiva é benéfica para todos os envolvidos.

Os alunos com deficiência aprendem:

• melhor e mais rapidamente, pois encontram modelos positivos nos colegas;

• que podem contar com a ajuda e também podem ajudar os colegas;

• a lidar com suas dificuldades e a conviver com as demais crianças.

Os alunos sem deficiência aprendem

• a lidar com as diferenças individuais;

• a respeitar os limites do outro;

• a partilhar processos de aprendizagem.

Todos os alunos, independentemente da presença ou não de deficiência, aprendem;

• a compreender e aceitar os outros;

• a reconhecer as necessidades e competências dos colegas;

• a respeitar todas as pessoas;

• a construir uma sociedade mais solidária;

• a desenvolver atitudes de apoio mútuo;

• a criar e desenvolver laços de amizade;

• a preparar uma comunidade que apóia todos os seus membros;

• a diminuir a ansiedade diante das dificuldades.

 

A Escola Inclusiva respeita e valoriza todos os alunos, cada um com a sua característica individual e é à base da Sociedade para Todos, que acolhe todos os cidadãos e se modifica, para garantir que os direitos de todos sejam respeitados.

Essa é base da Educação Inclusiva: considerar a deficiência de uma criança ou de um jovem como mais uma das muitas características diferentes que os alunos podem ter.

E, sendo assim, respeitar essa diferença e encontrar formas adequadas para transmitir o conhecimento e avaliar o aproveitamento de cada aluno.

Vários estudos, no Brasil e no mundo, têm demonstrado que essa pedagogia centrada na relação com o aluno é benéfica para todos os estudantes com e sem deficiência porque:

• Reduz a taxa de desistência e repetência escolar;

• Aumenta a auto-estima dos alunos;

• Impede o desperdício de recursos;

• Ajuda a construir uma sociedade que respeita as diferenças.

Somente com o apoio dos professores, o Brasil poderá, de fato, oferecer uma Educação de Qualidade para Todos. E você, professor, pode começar a fazer isso agora. Não é preciso cursar uma faculdade. Basta você usar sua criatividade, seu bom senso, sua vontade de ensinar, sua experiência. E os professores especializados em alunos com deficiência e outros profissionais, como pedagogos, psicólogos, terapeutas ocupacionais estão aí para ajudar você. Além disso, uma das características mais interessantes da Educação Inclusiva é que ela deve envolver também as famílias e a comunidade. Isso significa que a Escola Inclusiva poderá beneficiar-se com parcerias com universidades, organizações não governamentais, escolas SENAI, APAEs, centros de reabilitação, entidades de pessoas com deficiência, associações de bairro, associações comerciais locais etc. Essa rede de parceiros, que inclui Essa rede de parceiros, que inclui a participação da família, será fundamental para a escola conseguir os recursos humanos e materiais de que precisa para oferecer a melhor educação para todos os seus alunos.

Como tudo isso funciona para a família?

Existe preconceito vindo de outros pais ou até mesmo dos colegas de classe?

Em todos os sentidos, primeiro em manter a exclusão das pessoas, manter mitos e informações errôneas, isso chamamos de acessibilidade atitutinal, é a mais difícil porque exige que resignifiquemos nossos valores, nossas relações, nossas crenças, enfim todos nós somos especiais e deficientes.

O preconceito faz parte da natureza humana, desde o início da humanidade. O homem desconfia e tem medo de tudo o que é diferente dele mesmo, do “outro”.

O “outro” inspira receio, temor, insegurança. Esses sentimentos eram importantes no tempo das cavernas, quando os homens eram poucos e lutavam bravamente para sobreviver em um ambiente hostil. Certamente, essa característica foi selecionada evolutivamente porque ajudava na sobrevivência da espécie.

E o homem moderno ainda é biologicamente o mesmo daqueles tempos. Diante do diferente, do desconhecido, é normal adotar atitudes defensivas ou de ataque, que se expressam pelo preconceito, pela discriminação, pelas palavras ofensivas ou por atos violentos, como vemos hoje os comportamentos de bullying nos jovens.

Como é para o educador atender crianças com deficiências?

Poderia definir isso como uma postura dentro de um processo na mudança das atitudes das relações professor-aluno. Urgimos que haja investimentos na valorização do papel e na construção da identidade do novo professor, visto que hoje ele é um facilitador ou mediador da aprendizagem; precisa sair do papel de “dar aulas”, “estimular criancinhas”, para ser o mediador da construção de conhecimentos este é o novo paradigma. Isso pouco se discute no Brasil e por isso o professor ainda fica reivindicando causas absurdas como querer reprovar os alunos. O professor ainda não “percebeu” que ele não é mais “o centro” da situação, hoje ele está “na relação” da aprendizagem com o aluno. As questões da aprendizagem são relacionais e afetivas.

A prática da Educação Inclusiva pressupõe que o professor, a família e toda a comunidade escolar estejam convencidos de que:

• O objetivo da Educação Inclusiva é garantir que todos os alunos com ou sem deficiência participem ativamente de todas as atividades na escola e na comunidade;

• Cada aluno é diferente no que se refere ao estilo e ao ritmo da aprendizagem.

E essa diferença é respeitada numa classe inclusiva;

• Os alunos com deficiência não são problemas. A Escola Inclusiva entende esses alunos como pessoas que apresentam desafios à capacidade dos professores e das escolas para oferecer uma educação para todos, respeitando a necessidade de cada um;

O fracasso escolar é um fracasso da escola, da comunidade e da família que não conseguem atender as necessidades dos alunos;

• Todos os alunos se beneficiam de um ensino de qualidade e a Escola Inclusiva apresenta respostas adequadas às necessidades dos alunos que apresentam desafios específicos;

• Os professores não precisam de receitas prontas. A Escola Inclusiva ajuda o professor a desenvolver habilidades e estratégias educativas adequadas às necessidades de cada aluno;

• A Escola Inclusiva e os bons professores respeitam a potencialidade e dão respostas adequadas aos desafios apresentados pelos alunos;

• É o aluno que produz o resultado educacional, ou seja, a aprendizagem. Os professores atuam como facilitadores da aprendizagem dos alunos, com a ajuda de outros profissionais, tais como professores especializados em alunos com deficiência, pedagogos, psicólogos e intérpretes da língua de sinais.

Como a educação inclusiva pode formar a postura do jovem cidadão?

• Favorece e incentiva a criação de laços de amizade entre todos os alunos;

• Incentiva a criatividade e a autonomia do aluno em busca do próprio conhecimento;

• Aprende o valor da diferença e da convivência para os alunos a partir do exemplo dos professores e da comunidade escolar e pelo ensino ministrado nas salas de aula;

• Promove o empoderamento, a autonomia, a independência e a cidadania;

• Desenvolve a capacidade de vislumbrar um projeto de vida produtiva e independente.

Sugestões de Dinâmicas de Grupo ou Rodas de Conversa

Objetivos:

Avaliar os sentimentos e fantasias pessoais, identificar, nomear igualdades e diferenças, pontos fortes e oportunidades de melhoria, estimular a empatia.  Discriminar e diferenciar deficiência de doença. Trabalhar a construção conceitual / terminologia correta das deficiências (as crianças falavam várias palavras, menos “pessoa com deficiência”)

Estratégias:

Aquecimento: Cada criança escolhe uma bexiga. Ao som de música, com as bexigas cheias, vão brincar sob comandos, sozinhos, em duplas, em trios, todos.

Atividades:

I- Com todas as cadeiras de rodas, cadeirões, andadores, vamos fazer vivências de como deve ser uma pessoa com deficiência física. Em dois grupos, um guia o outro/ trocam. Discussão de como se sentiram, desenho na lousa para ajudar o raciocínio. Desenho livre sobre o tema.

II -Vivências sensoriais – Deficiência Visual – A escuridão. Com faixas pretas nos olhos (uma criança guia a outra / trocam). Discussão e desenho livre.

III – Deficiência Auditiva – O mundo do silêncio. Dois grupos ensaiam cenas, utilizando mímica. Um é platéia do outro. Ou o mediador finge falar sem utilizar a voz. Discussão sobre o tema e desenho livre.

IV – Deficiência Intelectual – Por que nosso colega as vezes  tem dificuldades para entender? Uma história contada em duas  versões, mais difícil e outra mais fácil. Discussão do tema e desenho livre.

Sugestão de Livros para Roda de Conversa

Sugestões de livros para trabalhar as deficiências em sala de aula, todos os livros são de Cláudia Wernek da Editora WVA.

Muito prazer, eu existo (5ª ed/1992) -Primeiro livro escrito no Brasil sobre síndrome de Down para leigos. Cláudia Wernek da Editora WVA.

Coleção Meu Amigo Down (9ª ed/1994) – As histórias – Meu amigo Down, em casa; Meu amigo Down, na rua; Meu amigo Down, na escola são narradas por um personagem que não entende por que seu amigo com síndrome de Down enfrenta situações delicadas. Cláudia Wernek da Editora WVA.

Um amigo diferente? (9ª ed/1996) – Conta a história de uma criança que diz ser diferente. O texto leva à reflexão sobre as diferenças individuais discorrendo sobre hemofilia, paralisia cerebral, ostomia, doença renal etc. Cláudia Wernek da Editora WVA.

Ninguém mais vai ser bonzinho, na sociedade inclusiva (3ª ed/1997) – Primeiro livro sobre sociedade inclusiva escrito no Brasil, explica o que é uma escola, mídia, literatura e sociedade inclusivas. Cláudia Wernek da Editora WVA.

Sociedade Inclusiva. Quem cabe no seu TODOS? (2ª ed/1999) – Discute o uso leviano da palavra TODOS na cultura, na mídia, nas universidades, no discurso dos governantes, no dia-a-dia de TODOS. Cláudia Wernek da Editora WVA.

Uma joaninha diferente (4ª. Ed/2012) Regina Célia Melo, Ed. Paulinas.

 

Bem gostaria de terminar e definir Educação Inclusiva com uma frase: “Olhares e modos de ver”, pois só através do olhar que transformamos o outro ser humano em pessoa, com identidade própria e vida.

E completando:

“A questão fundamental é a atitude. Se é algo que você deseja fazer, você começa a procurar meios de consegui-lo. Se é algo que você não deseja fazer, você começa a procurar desculpas para não fazê-lo.” (Wayne Sailor, 1991).

Autora do artigo: Marina da Silveira Rodrigues Almeida
Sócia-Proprietária do Instituto Inclusão Brasil. Consultora em Educação
Psicóloga Clínica e Educacional , Pedagoga Especialista e Psicopedagoga
Instituto Inclusão Brasil

Fonte: http://www.institutoinclusaobrasil.com.br/informacoes_artigos_integra.asp?artigo=151

 

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Desafios da função de coordenador pedagógico

A busca por uma educação de qualidade leva gestores a rediscutir constantemente o papel de cada elemento no processo de organização, planejamento, desempenho e conquista de resultados no ambiente escolar.

Um dos profissionais de função elementar nesse processo é o Coordenador Pedagógico, responsável por identificar as necessidades dos professores e com eles encontrar soluções que priorizem um trabalho educacional de qualidade.

Desvio de função

Neste contexto, as atribuições da função desse profissional são constantemente motivo de confusão. Talvez esse seja um dos grandes desafios da categoria, principalmente porque frequentemente leva a quadros de desvio de função.

Competem ao Coordenador Pedagógico três funções essenciais: mediação, planejamento, transformação que auxiliam a escola, a superar os obstáculos e aperfeiçoar o processo de ensino/aprendizagem.

Papel na escola

Como mediador, o pedagogo atua intermediando o trabalho desenvolvido pelos professores, realizado de maneira coletiva, e que tem por objetivo o alcance das metas curriculares estabelecidas pela escola.

O trabalho de planejamento é focado não apenas na participação da elaboração das propostas e metas curriculares, mas também tem caráter articulador, com o objetivo de apresentar a melhor abordagem a ser aplicada junto a professores, alunos e familiares de alunos.

Como transformador, o coordenador pedagógico atua estimulando questionamentos e discussões que resultam na proposição de ações criativas e inovadoras. Esse estímulo ao pensamento e as mudanças positivas permitem a escola promover ações curriculares necessárias e muitas vezes desejadas pelos professores, que facilitam o alcance das metas educacionais estabelecidas.

O que fazer?

– Garantir a realização semanal do horário de trabalho pedagógico coletivo;
– Organizar encontros de docentes por área e por série;
– Dar atendimento individual aos professores;
– Fornecer base teórica para nortear a reflexão sobre as práticas;
– Conhecer o desempenho da escola em avaliações externas.

O que não fazer?

– Conferir se as classes estão organizadas e limpas antes das aulas;
– Fiscalizar a entrada e a saída de alunos;
– Visitar empresas do entorno para fechar parcerias;
– Substituir professores que faltam;
– Cuidar de questões administrativas, financeiras e burocracias em geral.
FONTE: Gestão Escolar / Editora Abril.

fonte: http://blog.sponte.com.br/desafios-da-funcao-de-coordenador-pedagogico/